Indústria: Já ouviu falar no conceito de Distribuidor Digital?

distribuidor digital

O que acontecerá com o micro e pequeno varejo no que estão batizando de “novo normal” ? Todo mundo já percebeu que os modelos digitais que já eram realidade e vinham crescendo constantemente deram um salto durante a crise do COVID-19.

Isso fez com que todos os varejos tivessem que acelerar sua presença digital, pois é a única forma de vender durante esse período. A forma mais rápida nesse sentido foi aderir aos aplicativos de entrega e aos grandes canais de venda online que permitem que lojistas anunciem e vendam seus produtos/ofertas, os conhecidos “market places”. A B2W e a Magazine Luiza, por exemplo, alcançaram um crescimento altíssimo na quantidade de lojistas e produtos em seus Market places durante a pandemia.  

Um modelo bastante utilizado e incentivado por grandes redes varejistas foi o conceito do vendedor digital. Nesse modelo, tanto os vendedores de lojas físicas que estavam restritos na atuação em lojas físicas, como pessoas físicas em geral, foram estimulados através de soluções digitais a venderem produtos e serem comissionados por isso. Utilizando catálogos virtuais através das redes sociais e links de redirecionamento para finalização e pagamento da compra, esses vendedores digitais encontraram um caminho para realizarem vendas e assim garantirem suas comissões. O Magazine Luiza cresceu essa modalidade em mais de 50% na quantidade de adesões em um período de 5 dias no final do mês de março 2020.

Agora imagine você que é uma indústria ou distribuidor, oferecendo um canal de venda “whitelabel” para seus lojistas (varejos), onde o mesmo possa viabilizar sua presença digital e ainda aumentar seu catálogo com produtos que não costuma comprar ? Ou aumentar a quantidade de clientes (lojistas) através de uma plataforma B2B que aumente seu alcance e faturamento ? Esse conceito, batizado de Distribuidor Digital, consiste em permitir que sua cadeia de valor possa utilizar sua estrutura e todo seu sortimento, para aumentar suas vendas e conquistar novos consumidores, através de canais de vendas digitais.

Nessa solução, a indústria expandiria seu modelo B2B, fazendo com que as revendas possam utilizar o potencial e alcance do digital para aumentar as vendas e também disponibilizando a possibilidade para que os lojistas dessas revendas tenham suas próprias lojas virtuais. O lojista ou revenda seleciona quais produtos gostaria de incluir no seu próprio canal de venda online, e o distribuidor ou indústria que fica encarregado pelo faturamento. A entrega ao consumidor final pode ser realizada tanto pelo lojista quanto pelo distribuidor/indústria, mas sempre pagando uma comissão para quem gerou a venda.

A junção da força da marca, com a capacidade de representação comercial dos distribuidores e a proximidade e pessoalidade do pequeno varejo são os fatores chaves para indicar essa iniciativa digital como uma das mais promissoras, pois estimula e fortalece os pequenos varejos, mantendo o papel relevante da cadeia de distribuição, que vem sendo cada vez mais enfraquecida.

E o melhor, a parte técnica e financeira para implementação de uma solução como essa está cada vez mais acessível.

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