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Setor de TI estratégica: a mudança do escopo operacional para o escopo estratégico
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Setor de TI estratégica: a mudança do escopo operacional para o escopo estratégico

por FCamara | 2 de fevereiro de 2017 | Gestão e Negócios

Toda empresa precisa de um departamento de tecnologia da informação (TI). É ele, afinal, que dá suporte à operação do negócio: mantém o sistema de e-mail, os links de comunicação, os sistemas disponíveis, a estrutura de diretórios, a atualização dos softwares e muitas outras atividades.

Esse processo operacional é fundamental para o funcionamento da empresa, mas a TI vai muito além dele. Já há algum tempo, ela deixou de ser apenas operacional e ganhou contornos estratégicos — e essa TI estratégica tornou-se aliada dos gestores no suporte às tomadas de decisão.

Há alguns anos, era comum que as empresas comprassem softwares indiscriminadamente apenas por serem “novos no mercado”. O pessoal responsável pela TI só era informado da compra quando precisava solucionar problemas causados pelo produto — e que comprometiam o funcionamento dos processos.

TI estratégica analisa as tendências

Por meio da análise de tendências tecnológicas, a TI estratégica é, muitas vezes, a primeira a perceber algumas necessidades organizacionais. Além de identificar oportunidades, responde de forma rápida e preditiva às demandas da empresa e do mercado.

Ao mesmo tempo, é ela quem direciona os gastos para implementar a melhor solução para o empreendimento e mitigar possíveis riscos. Com isso, agrega valor ao negócio e traz resultados positivos reais.

Isso ocorre porque, atualmente, muitos processos dependem da TI. Isso faz o departamento ter impacto direto nos investimentos e, consequentemente, nas receitas da empresa.

A TI passou, assim, a ser uma ferramenta de capacitação e criação de negócios. É esse departamento que, com sua alta capacidade tecnológica, está sempre atualizado e preparado para atender às demandas. Seu trabalho garante melhor aproveitamento de recursos e permite realizar entregas de qualidade.

Objetivos estratégicos e valor agregado

Ao olhar para os objetivos estratégicos da organização e avaliar onde há valor agregado, o gestor enxerga de forma clara quando o departamento deve atuar como TI operacional e quando deve agir como TI estratégica. Essa avaliação ajuda a empresa a identificar pontos de melhoria e atuar de forma proativa.

Quando dá prioridade a sistemas críticos, por exemplo, a TI estratégica permite otimizar continuamente as ferramentas tecnológicas. Paralelamente, os gestores são capazes de identificar investimentos que ajudem a tornar as rotinas mais flexíveis e dinâmicas para que a empresa possa expandir sua atuação.

É preciso alinhar as estratégias

Um dos principais objetivos da TI estratégica é alinhar e tornar a infraestrutura de serviços digitais mais eficaz, identificando gargalos operacionais, avaliando o sucesso de melhorias e rastreando as vulnerabilidades. Uma boa dica é ‘seguir’ a estratégia da organização: é assim que os resultados vão aparecer.

Esse trabalho agrega valor aos recursos tecnológicos da empresa, bem como permite planejar melhor os investimentos, criar rotinas mais eficientes e definir melhor as métricas. Com o passar do tempo, isso ajudará a empresa a se tornar mais competitiva.

Vale lembrar que uma decisão estratégica de sucesso vai se transformar em uma rotina operacional quando novas estratégias surgirem.

Quer saber mais dicas sobre o setor de TI estratégica? Então, leia o nosso post e aprenda a ter uma TI de alta performance!

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