O número de aparelhos conectados à internet tem aumentado muito nos últimos anos. Com isso, também veio uma tendência crescente de que esses mesmos dispositivos e aplicativos troquem informações com servidores 24 horas por dia. Essa ideia de conectividade completa começou a ser conhecida, como a Internet das Coisas ou IoT (Internet of Things). E, com cada vez mais fontes de informações se conectando, surgiu também a Database of Things ou DoT.

Como funciona a Internet das Coisas?

Antes de falar em Database of Things, é necessário considerar o IoT, pois essa ferramenta é o que fundamenta o uso do DoT.

Com a maior difusão da internet ao redor do mundo e vários aparelhos conectados simultaneamente a uma central de informações, o simples armazenamento e recuperação de dados foi aos poucos sendo integrado com a transmissão de informações em tempo real.

A Internet das Coisas é a dinâmica dessa transmissão, que busca aumentar a qualidade e a velocidade da transmissão de dados.

Uma diferença fundamental com relação aos métodos tradicionais de troca de dados está na maior flexibilidade quanto à restrição de perdas. Como toda a informação viaja em tempo real, os sistemas de IoT toleram pequenas falhas no fluxo de informações, já que tudo ocorre em tempo real.

Caso haja um hiato na transmissão de poucos segundos, isso não compromete a funcionalidade do sistema.

Onde entra a Database of Things?

Como já mencionamos, a Internet das Coisas fala da transmissão em tempo real de dados. Porém, como os servidores precisam lidar com números cada vez maiores, muitos deles não conseguem comportar toda a informação gerada. Para isso serve a Database of Things, um modelo de Big Data adaptado para se integrar à IoT.

Algumas características desse sistema são:

  • escalabilidade de dados;
  • alta taxa de ingestão de informações;
  • flexibilidade de esquemas;
  • integração eficiente com ferramentas de análise.

O trabalho principal da Database é recolher informações com a mesma velocidade que a Internet das Coisas é capaz de transmiti-las. Assim, os dados não são perdidos logo após sua transmissão.

Além de reduzir o risco de erros, a Database of Things ajuda na reavaliação dessas informações no futuro.

 

Como esses recursos são aplicados?

Existem várias maneiras de aplicar a DoT em um negócio. De forma geral, qualquer empresa que use transmissão de dados online como parte de seus serviços pode aproveitar a ferramenta.

Um bom exemplo é a utilização de aplicativos corporativos. Muitos deles servem para transmitir notícias e informações úteis em tempo real para seus clientes. Essa transmissão precisa ser rápida e eficiente, por isso utiliza o modelo de IoT.

O sistema de DoT, neste caso, serve para garantir que os dados captados tenham um fluxo constante, independentemente do número de novos aplicativos em uso.

Gostou do post? Agora você entende um pouco melhor sobre a Database of Things. Que tal conferir outros posts do nosso BLOG e aprender como alavancar os negócios? As vezes tudo que você precisa é de profissionais qualificados. Quando não se tem a habilidade necessária para desenvolver a tecnologia, por exemplo, quando existe uma boa ideia, mas não se tem expertise para desenvolver o produto, a metodologia da FCamara de High Performance Team pode ser a solução. Não está convencido? Confira este post sobre o assunto e tire suas dúvidas!

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