O Super TOS

O Super TOS

Por Esmael Grassi Prado | Head de Logística

Seja um supervisor de pátio, um operador de empilhadeira, ou qualquer pessoa que tenha contato diário com a operação de um terminal portuário, você para pra pensar que o seu dia a dia poderia ser mais fácil e mais eficaz. Ou seja, tudo mais simples.

A empresa alinha sua infraestrutura com ativos de ponta, mas o seu sistema não consegue atingir metas de operação que ocasiona subutilização de hora/máquina, hora/homem e por assim dizer, todo o tempo que o resto do seu pátio está esperando aquela operação se encaixar no cronograma sempre retrabalhado.

Pessoas chave, que possuem expertise nas operações que ocorrem dentro de um terminal portuário, logo pensam numa solução sistêmica: precisamos de um super TOS.

A solução da vez: TOS

Estamos em momento de transformação digital. As empresas, independente do tamanho, agora tem um viés de inovação. Ter apenas uma única plataforma para apoiar os sistemas da empresa pode significar estar preso a perfis, a alta demanda desses profissionais e, nesse contexto, realmente estará.

O objetivo aqui não é dizer quem é este super TOS, mas sim mostrar que uma boa parceria, com empresas que atuam em algumas especificidades da legislação, processo ou infraestrutura, podem transformar seu TOS, desenvolvido em casa, aos trancos e barrancos, em algo super.

Superar as expectativas, desmistificar a latência da sua infraestrutura antiga, buscando alternativas que possam escalar seu sistema, acompanhando o crescimento da sua empresa, pode ser uma das soluções que integram com sua plataforma.

Parceiro técnico

O último projeto de integração que participei, a expectativa era de uma customização elevada, dentro e fora da plataforma deste TOS. Este TOS permite que haja códigos sendo executados como forma de API, extraindo e inserindo informações em sua base de dados.

Este é um aspecto que ajuda muito na customização de sistemas fechados. Mas aí está o desafio de se implantar uma plataforma que roda fora do Brasil, a empresa pensa que está comprando um sistema que vai atender 99% das necessidades que precisa.

Nessa revolução toda, com novo TOS pronto para ser destrinchado, vamos levantando os requisitos e: customizamos mais de 80% para se adequar as linhas de processo brasileira e viramos case de empresa que mais customizou este TOS, mundialmente utilizado.

Olhando o cenário geral, temos um TOS que bateu recordes de operação quando entrou em produção. Ponto positivo!

Mas o que está por trás das cortinas, no set de desenvolvimento, nas valsas dançadas entre os líderes, arquitetos, desenvolvedores e diretores, tanto dos parceiros quanto da contratada?

“A resposta é simples: Muita dedicação!”

O mindset do parceiro que você contrata tem que ser de sucesso ao cliente, tem que ser de liberdade. Você escolhe se quer outro parceiro. Não se amarre!

Claro que nós, que amamos ser consultores e parceiros, queremos o sucesso do cliente, o nosso sucesso e o reconhecimento mantendo-se também no momento de on going.

Porque treinar uma equipe, mostrando o trabalho realizado e preparando-os para manter a excelência no atendimento, é algo gratificante.

Com a experiência de quem liderou equipes que esbarraram nas leis aduaneiras, visando atender atos declaratórios com auditoria, não tem bala de prata no setor. Todos precisam estudar o negócio, estabelecer as linhas do processo no setor aduaneiro, porque super TOS, estando no Brasil, é olhar para as integrações possíveis e determinar qual tecnologia se emprega melhor naquele cenário.

Nós, da FCamara, temos as competências necessárias para desenvolver projetos de grande porte, inclusive customizações de sistemas TOS. Pode contar com a gente!

A experiência de um re:Invent

A experiência de um re:Invent

Em novembro tive o prazer de ir para Las Vegas para prestigiar de perto o re:Invent. Uma experiência incrível em muitos aspectos. Aproveitando da incrível estrutura de Las Vegas o evento é um espetáculo para o conhecimento e para os olhos. Como negócio, é surpreendente como esse ecossistema de inovação se retro alimenta com as novas necessidades que surgem a cada ano e cria um ambiente colaborativo em soluções que se complementam e oferecem novas possibilidades aos seus usuários. O evento da Amazon, não é só dela, é de seus parceiros e clientes que utilizam de maneira eficiente e coordenada a semana do evento para divulgar seus trabalhos, produtos e experiências, além de encontrar novas formas de resolver problemas.

Claro que um evento desse tamanho, serve para divulgação de muita coisa nova que está surgindo, mas também é uma grande fonte de conhecimento, onde as palestras não tem mais somente uma pegada técnica. Várias delas foram focadas em gerar insights e novas perspectivas para CTOs que passam por transformações digitais dentro de suas empresas. Afinal não é de hoje que startups nascem sem ter um parque tecnológico o que possibilita que as mesmas não tenham a necessidade de alavancar grandes quantias para criar e manter toda essa infraestrutura. Mas mesmo com as facilidades que temos hoje em dia, toda essa mudança traz novos possibilidades e desafios. Fica claro ao participar de um evento dessa magnitude que várias empresas aproveitam dessa novas oportunidades para criar soluções que buscam facilitar esses novos desafios. Assuntos como segurança e diagnóstico de problemas são um prato cheio e quanto mais distribuído seu sistema e o alcance do mesmo, maior a chance de você deparar com problemas diferentes em regiões diferentes. Assim ferramentas que acelerem o diagnóstico e ajudem na prevenção são rapidamente aceitas pelo mercado. 

E falando em aceitação, algo que me chamou atenção durante o evento foi o stand da Red Hat, que em pleno evento da AWS fazia anúncios de sua própria nuvem a OpenShift. Apesar da minha surpresa inicial, ao entender um pouco mais da ideia, me pareceu bem natural na realidade a presença da OpenShift no evento. Seu ponto focal era mostrar como é possível gerenciar containers dentro da AWS utilizando seus serviços. Inclusive essa gestão distribuída de recursos vem ganhando força. Já é visível para as gigantes do mundo das nuvens que a gestão de containers em múltiplas plataformas de nuvem é uma realidade que veio para ficar. E deixar de olhar para essa possibilidade pode significar perder vários contratos.

Já produtos bem consolidados no mercado vieram com tudo demonstrando seus novos modelos de negócio, como o caso do Redis que focou seus esforços no evento em mostrar seu modelo Enterprise. Oferecendo inclusive um modelo agora onde você não necessariamente precisar contratar o Redis direto de um serviço de nuvem ou ter uma estrutura on premisse para se utilizar das vantagens da ferramenta. Possuindo sua própria cloud o Redis oferece seus serviços de maneira flexível e escalável. Ao entender melhor toda a ideia me questionei qual seria a vantagem de eu contratar esse serviço do Redis direto deles e não da AWS ou qualquer uma de suas concorrentes, a resposta do pessoal que me atendeu foi direta … é muito mais barato.

Eu particularmente gosto de saber desse tipo de possibilidade, afinal a nuvem é um ambiente ainda muito volátil quando assunto é preço. Algo que faz sentido em um tamanho pequeno, pode ser um verdadeiro “tiro no pé” ao ganhar escala. Hoje arquitetos precisam estar atentos a esse tipo de oferta para conseguir gerenciar custos de maneira eficiente, assim no final do dia saber que existe, por exemplo, máquinas spot e todo o modelo de contratação por trás delas pode garantir uma economia de milhares de dólares no final do mês.

Outro assunto muito forte no evento é a análise e segurança de dados. Como novas legislações surgindo e dados sendo o novo petróleo da era digital a demanda por controle e gestão da informação cresce de maneira exponencial. Várias empresas já entenderam que explorar essa massa gigantesca de dados sendo criada a cada dia é difícil de ser controlada e examinada. Empresas como a Sumologic surgem com essa missão de oferecer uma gestão total do ciclo de SIEM.

Por último, algo que me ajudou por estar fazendo nesse momento um estudo para um cliente, foi o stand Chinês da AWS dentro do evento. Pois, se você já atuou em um projeto onde o cliente tem um desejo de ter um datacenter dentro da China, já percebeu que essa tarefa é algo não tão trivial. Diferente das outras regiões ter uma estrutura dentro do país é algo que requer tempo e estudo. É algo bastante burocrático e cheio de entre linhas, assim ao ver a AWS oferecendo esse tipo de possibilidade foi muito positivo. Pude entrar em contato com representantes e parceiros da região, que do evento para cá, vem me ajudando a elaborar essa estratégia. Assim participar desse evento foi recompensador de várias maneiras diferentes. Sem falar no espetáculo que é Vegas…

Estou organizando um bate papo onde pretendo falar mais sobre o evento. Tem interesse? Comenta aqui!

Por Joel Backschat

Chatbot para a Cadeia de Suprimentos e Logística

Chatbot para a Cadeia de Suprimentos e Logística

Por Lyssa Cavalcanti | Estrategista de Negócios

Enquanto os chatbots tem ganhado a confiança e apreciação dos clientes de diversas indústrias, precisamos considerar que suas vantagens também são interessantes para a cadeia de suprimentos e logística.

Atendendo uma companhia de grande porte, um chatbot é capaz de gerar interações para o negócio de uma forma otimizada com redução de custos.

No negócio logístico, onde o tempo é fator crítico e uma série de informações precisam ser processadas e atualizadas simultaneamente, os chatbots podem se tornar um componente essencial para o fluxo da empresa.

Funciona como um assistente pessoal que está sempre pronto para providenciar a informação ou alerta crítico que deve ser rapidamente gerenciado – em logística, isso é praticamente uma proeza. Um chatbot inteligente, com acesso à vários bancos de dados da companhia, pode ajudar a monitorar e gerenciar o inventário, processar as ordens de pedidos e outras atribuições.

Por um lado, o chatbot pode se tornar uma valiosa ferramenta de gestão e, por outro lado, um recurso de toneladas de dados que a companhia pode usar em suas atividades analíticas e planejamento.

A maioria das pessoas já interagiu de alguma forma com um chatbot, seja por meio de compras online ou aplicativo de comunicação. Além de estarem sempre disponíveis, os chatbots estão sempre disponíveis, são intuitivos e fáceis de usar. Algumas das indústrias que tem aderido aos chatbots em suas atividades com crescente velocidade é a logística e a cadeia de suprimentos.

Do ponto de vista logístico, existem pelo menos duas formas como os chatbots podem otimizar as operações logísticas:

  • Operações voltadas a clientes: reservas de booking, rastreamento de entregas, consultas relacionadas à triagem do produto.
  • Operações da cadeia de suprimento: informações de armazenagem, gerenciamento de frotas, dados de navegação.

A seguir, vamos abordar cada um desses tópicos e expor como os negócios logísticos podem obter competitividade através dos bots.

Para Clientes

Neste tópico, as vantagens não são específicas para o mercado logístico, mas abrangente para outras indústrias da mesma forma, isso porque os chatbots representam uma forma simplificada de comunicar com a empresa.

  • Requisitar entrega. Da mesma forma que realiza uma compra ou reserva um booking, os usuários podem solicitar entregas através de chatbot de logística. O chatbot pode lidar com dados de endereço de entrega e coleta, datas, horários e serviços adicionais, além de processar os pedidos e emitir recibo com todas as informações necessárias.
  • Alterar um pedido. Através do número de rastreamento, o cliente pode alterar ou cancelar a entrega no bot, por meio do número de rastreamento emitido após a confirmação do pedido.
  • Acompanhar o andamento da entrega. Quem realiza compras online está habituado a inserir o número da ordem de serviço no formulário da empresa para, então, obter as informações que deseja. O chatbot também pode fazer isso, porém, melhor. Por funcionar nas dentro das mesmas interfaces de usuário, como Facebook Messenger, Slack ou Skype, não é necessário inserir o código de rastreamento diversas vezes, pois ele se encarregará de realizar a atualização automática nas consultas subsequentes.
  • Obter respostas para perguntas frequentes. Os chatbots são capazes de responder perguntas sobre o serviço com respostas pré-programadas, como taxas, condições de reembolso, os destinos atendidos, prazos de entregas.
  • Receber notificações de entrega. O status de entrega da remessa pode ser fornecido por meio de chatbot, da mesma forma que por e-mail ou SMS, mas dentro da interface costumeira de messenger.

De forma geral, os chatbots podem auxiliar os clientes de empresas logísticas com questões de níveis simples e normalmente é desempenhado por atendimento de call center ou Serviço de Atendimento ao Cliente, fornecendo um canal de fácil acesso e comunicação automática.

Para Cadeia de Suprimentos

Os chatbots podem viabilizar não somente o atendimento ao cliente do negócio logístico, mas também suas operações. Dependendo de uma gama de dados oriundos de diversas fontes, ao passo que precisam ser processadas simultaneamente, o setor logístico pode contar com essa tecnologia para otimizar suas atividades rotineiras. Elencamos abaixo alguns dos processos realizados pela logística diariamente e que podem ser realizados por meio de bots.

  • Pedidos de clientes. Novos pedidos recebidos de clientes, pedidos em andamento, atrasados ou cancelados – tudo isso precisa ser processado em tempo real e os fluxos devem ser atualizados de acordo com a situação atual.
  • Gerenciamento de armazém. O estoque, as entregas esperadas, informações de rastreamento de pedidos e os locais de depósito devem estar sempre atualizados para a operação adequada.
  • Informação da frota.  A empresa deve monitorar quantos veículos estão em rota, ociosos, manutenção ou fora de linha. Para evitar atrasos e reclamações de clientes, a empresa deve estar preparada para substituir um veículo quebrado ou aumentar sua frota quando a demanda é especialmente alta. Para isso, as informações da frota devem ser atualizadas e ajustadas o mais rápido possível.
  • Informação pessoal. Embora os veículos autônomos ainda sejam poucos comuns, as empresas de logística confiam nos motoristas para entregar mercadorias. Assim, é necessário obter a relação atualizada sobre a equipe em operação, em espera, período de férias, licença médica ou em um dia de folga.

Um chatbot com acesso às informações do banco de dados pode responder perguntas diretamente no diálogo sem a necessidade de mudar para páginas ou sites diferentes. Por exemplo, um operador de empilhadeira à procura de um determinado pacote em um depósito pode simplesmente solicitar ao chatbot o setor exato, o contêiner ou a prateleira onde o pacote pode ser encontrado.

Nos Bastidores do Chatbot

O diálogo do cliente com o chatbot somente é possível quando a ferramenta está devidamente suprida dos dados relevantes ao seu propósito, além da programação lógica que gere a compreensão do que está em questionamento.

A eficiência do chatbot depende da comunicação direta com outros sistemas, isto é, a integração com plataformas de automação em marketing, CRMs (Costumer Relationship Management) e ERPs (Entreprise Resourcing Planning), por exemplo. Além disso, outras tecnologias podem ser integradas a ele, que potencializarão seu desempenho, como Internet of Things, Reconhecimento de Voz e Big Data.

Apesar de ser possível inserir os dados dessas plataformas diretamente no banco de dados do bot, a performance será melhor quando integrado a sistemas dinâmicos. Isso porque, além de acessar informações presentes no CRM relacionadas ao cliente e gerar um atendimento personalizado, no caminho inverso, o bot pode fornecer as informações do cliente para o CRM, o que gera insumos para a inteligência de atendimento, enriquecimento do banco de dados e nutrição de leads.

É altamente recomendável implementar um chatbot para melhorar as oportunidades de negócios no setor logístico. Estamos prontos para esclarecer mais informações a respeito de desenvolvimento e os aspectos da implementação do chatbot personalizados para sua empresa.

Chatbot é uma das tecnologias que a FCamara é apta a desenvolver para negócios logísticos.  Nós elaboramos soluções tecnológicas para diversas empresas da cadeia de suprimentos. Temos uma equipe especializada em compreender as demandas de nossos clientes e prover entregas, como chatbots, que gerem eficiência para sua empresa.

Uma tendência logística (ainda) secreta

Por Lyssa Cavalcanti | Estrategista de Negócios

Industrial port and container yard

Se você é profissional que atua em uma empresa onde o core business seja logística ou trabalha em um departamento que envolve este ramo, esse artigo é para você.

Somando a combinação de diversas tecnologias da Indústria 4.0 ao cenário econômico turbulento em que estamos inseridos, o resultado é contundente: inovar deixou de ser uma atividade extracurricular para passar a figurar entre os itens cruciais para o bom desempenho da organização, seja um operador logístico ou uma loja virtual que depende de gestão logística para ser bem-sucedida no mercado em que atua.

Formação de alianças comerciais, implementação de métodos de gestão de estoques e aplicação de novas tecnologias nos procedimentos logísticos da empresa são algumas das práticas executadas pelo setor para sobreviver em um mercado cada vez mais voraz.

Mas há uma novidade para o setor logístico que poucos de seus gestores tem conhecimento: User Experience – mas popularmente conhecido pelo acrônimo sonoro em inglês: UX – que em tradução livre significa Experiência do Cliente.

O que é UX

Antes de apresentar alguns exemplos de aplicação de UX nos processos logísticos, vamos a uma breve e simples descrição de UX: é o campo de conhecimento dedicado a tornar a interação entre usuário produto – ou serviço – de forma natural.

Existem profissionais – conhecidos como UX Designers –  e, até mesmo, empresas especializadas em técnicas e métodos para identificar as necessidades do cliente e criar soluções que sejam adequadas, de forma que o usuário tenha a melhor experiência possível. Quando a palavra “experiência” é citada, refere-se a todo o processo em que a pessoa do cliente está em contato com o produto ou serviço e qual o conjunto de sensações e percepções são obtidas desse momento, ou seja, literalmente a experiência que este vivenciou.

Apesar de não ser nova, a área de UX tem dominado terreno nos anos mais recentes, de acordo com o surgimento de novas tecnologias, como aplicativos, softwares, Internet of Things e weareables. Mas UX não se restringe ao ambiente tecnológico, podendo ser aplicado em diversas áreas, desde produtos a serviços, como nos exemplos a seguir:

  • A experiência do cliente em determinado restaurante (o atendimento recebido, os pratos que experimentou e até mesmo a forma como sua comanda foi fechada);
  • A experiência do consumidor ao utilizar o ketchup que recebeu nova embalagem com design diferente;
  • A experiência de um paciente ao realizar o agendamento online para uma consulta clínica através de aplicativo.

Em resumo, UX Design pode ser aplicado em diversas situações. Acontece que poucos gestores do setor logístico possuem conhecimento a respeito, desde a implementação até os benefícios que este pode oferecer. Inovar com a implementação de UX em sua empresa será um diferencial competitivo.

Logística 4.0

Partindo do princípio que logística é direcionada a garantir a entrega do produto certo – em quantidade e qualidade, no local solicitado e no tempo ideal, mantendo o fluxo de informações, com o objetivo de atender às necessidades do cliente, é fundamental que se reinvente para sempre oferecer eficácia e eficiência.

Algumas das responsabilidades atuais dos gerentes da cadeia de suprimentos incluem: planejamento, custo e desenvolvimento de produto, fabricação, prestação de serviços, marketing e vendas, gerenciamento de estoque, despacho, pagamento e a lista continua.

A logística, no contexto da Revolução 4.0, tem aderido a uma série de tecnologias que tornam a cadeia de suprimentos mais fluída, como a Internet of Things, RFID, weareables, blockchain, criptomoedas, cloud computing e impressão tridimensional, por exemplo.

Todas essas tecnologias fornecem benefícios, mas é importante mencionar que, antes  de colher as vantagens, há a necessidade de adaptação de acordo com o negócio – o que o pode ser realizado por um profissional de UX.

Aplicabilidade de UX em Logística

Por não se restringir apenas ao transporte, mas englobar todo o fluxo de planejamento, gestão e comunicação, além de estar presentes em praticamente todos os tipos de negócios, a logística possui uma vasta gama possibilidades para implantar UX, selecionamos quatro exemplos a seguir:

  • ERP Simplificado. O sistema Entreprise Resource Planning é útil por centralizar as informações do planejamento ao pagamento, porém não foi projetada para a logística 4.0. A interface pouco amigável e a dificultosa disposição de informações torna o processo moroso. Neste aspecto, a aplicação de UX facilita a interação do usuário com o sistema.
  • Logística Reversa. Não importa se o motivo é pós-consumo, pós-venda ou reuso: seu cliente deseja que o processo de devolução do produto seja tão simples quanto a aquisição. Para que isso seja possível, é necessário compreender quais são os gargalos logísticos dessa operação e desenhar uma solução para o fluxo simplificado. Com uma das técnicas utilizadas por profissionais de UX, nomeada como Sprint, é possível obter uma solução inicial em MVP (Minimum Viable Product) validado em até cinco dias.
  • Sistemas Intuitivos. Se sua empresa é um operador logístico ou e-commerce, você sabe o quanto a utilização do tempo é um fator crucial para a competitividade. A perda de alguns minutos no sistema de agendamento para descarga de commodities em um terminal portuário ou os segundos que uma página leva para fechamento das compras online são situações que podem resultar na perda do embarque no navio ou o abandono do carrinho no comércio online, isso significa a perda de dinheiro, negócios e, o principal, clientes. Com um sistema intuitivo e minuciosamente elaborado pelo UX Designer, tendo em vista a eficiência do processo, esses riscos podem ser significativamente evitados.
  • WMS Responsivo. Se o Warehouse Management System já reduz o trabalho manual relacionado ao planejamento de entrega, atividades de depósito e gerenciamento de crédito em desktop, a usabilidade será ainda melhor se funcionar também em seu tablet e smartphone. O UX também realiza o trabalho de adaptação  do design de interação para todas as plataformas.

A experiência do usuário é extremamente crítica para a cadeia de suprimentos. Embora anteriormente fosse restrito a sistemas, passou a descrever toda a experiência do usuário final, o que melhora a produtividade e a eficiência. Soluções otimizadas e melhor projetadas facilitam a utilização pelos funcionários e clientes, refletindo positivamente seus negócios.  

Nós, da FCamara, desenvolvemos soluções para a cadeia de suprimentos para diversas empresas e a aplicação de UX tem fundamentado nosso trabalho. Nossa equipe de UX se concentra nas necessidades do cliente e projeta uma solução em torno dele. Nossa abordagem em User Experience é criar soluções adequadas e robustas para melhorar a produtividade e eliminar as lacunas.


6 motivos para investir em desenvolvimento de aplicativos mobile

6 motivos para investir em desenvolvimento de aplicativos mobile

Em um mundo cada vez mais “portátil”, o desenvolvimento de aplicativos para celular tornou-se essencial. Atualmente os empreendedores devem ter em mente que as pessoas estão conectadas a internet e aos seus afazeres diários mais que 8 horas por dia.

Na rua, nos escritórios, no transporte público, no supermercado, em todos esses locais há algo em comum: todos os cidadãos presentes estão conectados.

Qualquer hora, será um momento para a empresa se posicionar, e fornecer a resposta tão esperada pelo seu consumidores.

Vale a pena então, investir em desenvolvimento de aplicativos mobile?

A resposta é SIM. E vamos tentar convencê-lo com algumas razões.

1. Desenvolvimento de aplicativos: Inovar é preciso

Os aplicativos para celular são considerados um grande diferencial no mercado.

Faça com que sua empresa seja vista como inovadora e moderna aos olhos dos clientes e investidores.

Ter seu aplicativo mobile certamente irá ajudar a mostrar seu potencial inovador para o mercado.

2. Reduza custos e aumente a produtividade de sua equipe

Wunderlist, Asana, Trello, Evernote, HashTrack, entre outros são alguns dos vários os aplicativos disponíveis hoje, que são verdadeiros “organizadores de vida”.

Identificar pontos de atenção em relação ao orçamento, horas desperdiçadas e gastos corporativos, ficou muito mais fácil com o surgimento dos aplicativos para celular.

Desenvolver um aplicativo para smartphone ou tablet pode ser um atalho para melhorar a vida dos seus clientes e assim consolidar sua imagem no mundo digital.

3. Otimize sua gestão: torne-se mais rápido na tomada de decisões

Tomar decisões estratégicas nem sempre é fácil.

Muitas vezes os gestores sentem-se reféns de informação que lhes de certeza sobre a decisão a ser tomada.

Com aplicativos mobile, a informação está ao seu lado a todo momento, literalmente “na palma da mão”.

Torne-se menos suscetível a erros, e seja assertivo em suas escolhas, com embasamento em números e relatórios.

4. Um novo canal de comunicação: Fale direto com o seu cliente

Desenvolver o seu próprio aplicativo para celular irá garantir um novo canal de comunicação entre você e seu cliente, mais ágil e mais próximo.

Por exemplo, você sabia que cerca de 80% dos E-mails Marketing não são abertos?

Com o uso de aplicativos, permissões e notificações fica mais fácil informar seu cliente sobre promoções, comunicados e demais informações.

5. Torne-se mais presente: Aumente a exposição de sua marca

Ter um aplicativo significa fazer com que seu negócio no mercado digital seja mais conhecido.

O App garante que sua marca esteja “na tela” do celular de cada cliente, fazendo com que seja lembrado com maior constância de forma orgânica.

Investir no desenvolvimento de aplicativos mobile irá aumentar a exposição da sua marcar em outros ambientes como as app stores, por exemplo.

6. Faça parte do futuro

O mercado mobile está em franca expansão.

Algumas empresas de tecnologia, como a gigante Apple, está deixando o mercado de computadores para investir apenas em mobile. Isso é um sinal para onde sua empresa deve migrar: o mercado de aplicativos.

Você já possui alguma ideia de aplicativo? Então comece já esse projeto!

Realidade Virtual e Aumentada: quais são as diferenças?

Realidade Virtual e Aumentada: quais são as diferenças?

Existem atualmente duas tecnologias que causam confusão ao usuário final: realidade virtual e aumentada. Os nomes são semelhantes, mas os conceitos, as propostas e os usos são diferentes.

Se você também tem dúvidas com relação a esses termos e a aplicação prática deles, confira o post de hoje. Vamos falar sobre eles e ajudá-lo a entendê-las. Vem com a gente!

Realidade virtual

Sabe aquele cenário de filme de ficção, em que os personagens usam óculos enormes e agem como se estivessem em outro mundo, experimentando coisas extremamente diferentes? Essa é a realidade virtual (Virtual Reality — VR).

O VR dá a sensação de imersão e o leva para outro lugar (criado em computador). Seja para o período jurássico para encontrar dinossauros andando nas ruas, para a magia de Paris ou para flutuar no espaço. Tudo isso sem sair da sala de casa — ou de onde você estiver!

Realidade aumentada

A realidade aumentada (Augmented Reality — AR), por sua vez, traz elementos ao mundo real. Objetos são “adicionados” à nossa realidade e é possível interagir com eles de diferentes maneiras. Inicialmente, era possível apenas com o auxílio de óculos, mas já há exemplos de uso que dispensam o acessório.

É como se ela “aumentasse” tecnologicamente as possibilidades da nossa realidade trazendo elementos digitais para o nosso cotidiano, de forma a complementar nossos sentidos.

Aplicações

Enquanto a VR requer um equipamento de imersão (e seria impossível andar pela rua com ele, pois ele isola o usuário do mundo real), a AR tem como conceito a interação entre a realidade e o virtual.

Abaixo, entenda o que torna a realidade virtual e aumentada aplicações distintas.

VR

O símbolo maior do VR hoje é, provavelmente, o Oculus Rift. Uma opção (bem) mais barata é o Google Cardboard, mas há vários outros no mercado e a oferta tem aumentado continuamente.

VR Vacina

O centro de diagnósticos Hermes Pardini criou o VR Vacina. Algumas unidades da rede em São Paulo têm óculos de realidade virtual para crianças que chegam para ser vacinadas. Enquanto o enfermeiro prepara a vacina, o pequeno é transportado para um universo lúdico e em 360°.

O personagem recebe um poder especial no braço para se tornar herói e, no mesmo instante, o enfermeiro aplica a vacina na criança. A maioria delas se diverte com a aventura, encara o medo da agulha e fica com a sensação de ter, de fato, se tornado um herói. A tecnologia se transforma em conforto para a criança, os pais e os profissionais.

Construtoras de imóveis

Além disso, já há construtoras de imóveis (como Gafisa, Direcional e MRV) usando a tecnologia para apresentar seus lançamentos aos clientes. O consumidor consegue, assim, interagir com os ambientes e fazer alterações neles. É uma ferramenta que ajuda, inclusive, na tomada de decisão na hora de comprar o imóvel.

Treinamento de pilotos

Uma aplicação interessante para a realidade virtual é em treinamentos. A indústria aeronáutica, por exemplo, usa essa tecnologia em simuladores de voo. A grande vantagem, aqui, é a flexibilidade: os óculos são portáteis, adaptáveis, de fácil atualização, interconectáveis e permitem mais combinações do que as cabines tradicionais.

AR

O projeto mais famoso de óculos para AR é o Hololens. Infelizmente, ele ainda não tem data de lançamento definida. Por outro lado, já há novidades na área.

Games

O exemplo mais recente e famoso do uso da AR é o jogo PokémonGo. A Nintendo colocou seus monstrinhos virtuais nas mãos de quase todo mundo que tem um smartphone — e em interação com o ambiente real. Virou uma febre instantânea!

Medicina

Na medicina, o uso de exames de imagem é uma atividade bastante comum. Numa ultrassonografia, por exemplo, o médico interpreta as imagens em uma tela com base em sua experiência.

Um par de óculos especiais, com recursos de AR, ajudariam o médico a ver o resultado como se estivesse sobreposto ao corpo do paciente. A qualidade e a precisão do exame feito dessa forma aumentam, pois o profissional da área da saúde consegue ver “dentro” do corpo do paciente.

Automóveis

Outra opção interessante vai permitir o uso da AR em carros. Assim, o motorista verá informações de trânsito diretamente no para-brisas, sem precisar tirar os olhos da estrada.

Como você pôde perceber, as aplicações da realidade virtual e aumentada são bem variadas. Certamente uma delas se encaixa nas necessidades da sua empresa. Se você gostou deste conteúdo, siga a gente nas redes sociais! Estamos no FacebookLinkedIn, Youtube e Instagram.