3 técnicas do Vale do Silício que vão ajudar a sua empresa a crescer

3 técnicas do Vale do Silício que vão ajudar a sua empresa a crescer

Famosa por abrigar as principais empresas de tecnologia do mundo, o Vale do Silício, nos EUA, tem despertado a curiosidade dos profissionais que buscam inovações e querem destacar suas empresas no mercado. Mas afinal, qual é o segredo de sucesso dessas empresas alocadas no berço da inovação mundial?

O Blog da FCamara listou três práticas que estão em alta nos negócios da região e podem ajudar empresas do Brasil a crescerem seus negócios. Confira:

Sua ideia não vale nada se você não compartilhar

A variedade de boas ideias de negócio encontradas no Vale é grande, mas o que realmente tem valor é colocá-las em prática. Por isso, empreendedores da região costumam compartilhar seus insights, ou seja, suas ideias, para receber feedbacks e entender se seus projetos estão resolvendo problemas reais, prática ainda pouco comum no Brasil – já que o brasileiro costuma esconder sua ‘sacada’ com medo de cópia.

Ajude o ecossistema

Outra prática bastante comum é ajudar o ecossistema. Lá no Vale do Silício é comum que outros empreendedores troquem dicas valiosas de negócios, compartilhando experiências e networking – simplesmente para fomentar e ajudar. O compartilhamento de conhecimento é estabelecido de forma natural entre os profissionais que convivem na região, pois eles entendem que, ao fortalecer o ecossistema de empreendedorismo, estarão beneficiando a si mesmos.   

Forme empreendedores, não funcionários  

A formação também é algo valorizado na região. Iniciando desde a universidade, a formação no Vale do Silício é focada em gerar empreendedores, não funcionários. O princípio se estende no ambiente profissional, gerando auto responsabilidade até mesmo para os colaboradores de grandes empresas, que se colocam diante das adversidades com autonomia.  

Na FCamara, por exemplo, a auto responsabilidade é um verdadeiro mantra e faz parte do código de cultura da empresa. No programa de formação – reconhecido nacionalmente pela criação de times de alta performance – os participantes recebem desafios reais e aulas de filosofia para estimular a autonomia e uso da criatividade na solução de problemas reais.

Curtiu as nossas dicas? Conheça nosso Culture Code. Confira as nossas vagas e venha fazer parte desse time.

Sem atrasos: 6 dicas para cumprir deadlines em projetos

Sem atrasos: 6 dicas para cumprir deadlines em projetos

Segundo a pesquisa realizada pelo Benchmarking Brasil, 78% das organizações públicas e privadas declararam apresentar problemas de cumprimento de prazos em seus projetos. Abordaremos, neste post, principalmente a questão dos atrasos, que é uma realidade na grande maioria das empresas que desenvolvem projetos.

Podemos conceituar um projeto como sendo o conjunto de atividades que tem como objetivo criar um produto, serviço ou resultados únicos. Seja em qual for a área de atuação, os projetos sempre têm três pontos em comum: um prazo, um orçamento disponível e uma equipe para realizá-lo.

E os motivos para os projetos extrapolarem os cronogramas podem ser vários. Algumas causas de atrasos podem ocorrer por fatores externos à empresa, mas a grande maioria acontece devido a gestão inadequada, tanto de recursos quanto de pessoas.

Pensando nisso, neste post, listaremos 6 dicas importantes para cumprir deadlines e evitar atrasos no projeto:

1. Defina o escopo

Definir o escopo do projeto é o primeiro passo e também o mais importante para o sucesso na gestão de projetos, seja ela tradicional ou ágil. O escopo representa o trabalho que deve ser realizado, ou seja, o objetivo que se espera no final do projeto.

Uma boa definição do escopo permite aos gestores entenderem não só o que deve ser feito, mas também definir o que não deve ser realizado, evitando, assim, perda de tempo com retrabalhos.

2. Faça uma estimativa dos prazos

Alguns podem pensar que para cumprir as deadlines dos projetos, basta elaborar um cronograma. Cronogramas são sim fundamentais para o controle e gestão do tempo, porém, os prazos estimados devem ser realistas. Para estimar de forma correta os prazos de um projeto, é importante aprender lições e registrar o histórico de projetos passados.

Uma vez estimados os prazos, um controle assertivo das atividades deve ser realizado e, sempre que necessário, alterações nos prazos devem ser discutidas, acordadas e registradas.

3. Estime os recursos disponíveis

Cada atividade do projeto dependerá de recursos específicos para sua realização. Os recursos podem se traduzir em materiais, pessoas, custos e serviços que tornarão o projeto viável. Uma má estimativa de custos pode ser crítica para o cumprimento da deadline do projeto.

4. Entenda o que é ou não prioridade

Durante a realização do projeto, inúmeras tarefas surgirão para serem realizadas. A chave para evitar atrasos, portanto, é priorizar as tarefas mais importantes. Muita gente afirma que “não tem tempo”, mas na grande maioria das vezes, as pessoas na verdade não estão otimizando o tempo.

Cabe ao gestor de projetos fiscalizar e ajudar a equipe a desenvolver a habilidade de usar o tempo de forma inteligente.

5. Saiba delegar tarefas

Saber delegar com eficácia significa distribuir as tarefas certas às pessoas certas. Dar autonomia à equipe, capacitada para tanto, é uma forma interessante para garantir que o trabalho se desenvolva de forma mais produtiva, prática e eficaz. Além disso, a produtividade na realização de tarefas aumenta as chances de cumprir deadlines.

6. Mantenha uma boa comunicação entre os envolvidos

Todos os envolvidos no projeto, sejam gestores, equipe executora, clientes ou fornecedores, devem sempre saber o que está acontecendo. A falta de qualidade na comunicação pode ser o maior motivo para os atrasos nas entregas do projeto.

Quando a comunicação é bem estruturada desde o início, integrando todos os envolvidos, qualquer imprevisto se torna notícia rapidamente e as devidas ações para contorná-lo podem ser tomadas de forma rápida e eficiente.

Em resumo, para evitar os motivos causadores de atrasos é importante planejar, controlar ações, manter a comunicação e a motivação do time. Para ajudar os gestores, algumas ferramentas, como o Hashtrack, estão disponíveis para facilitar o controle de tempo em projetos.

Já conhecia todas essas práticas para cumprir deadlines? Se você ficou interessado nas nossas dicas de como evitar o atraso dos projetos, compartilhe este post em suas redes sociais. Divida com outras pessoas essas informações!

Data Mining: O que é e como usar na sua empresa

Data Mining: O que é e como usar na sua empresa

Os maiores níveis de informatização do mercado atual são uma realidade em todos os segmentos e isso tornou a aplicação de novas tecnologias imprescindível para a competitividade das empresas. Dentro desse contexto, colher e analisar dados ficou mais importante e é exatamente por isso que você precisa aprender sobre o Data Mining.

Apesar desse conceito estar se difundindo em diversas áreas, muitos empreendedores e gestores ainda não estão familiarizados com as suas aplicações, sobretudo em áreas essenciais como o marketing.

Você também ainda não domina completamente o tema? Então confira o conteúdo que preparamos e tire todas as suas dúvidas:

O que é Data Mining?

Como dissemos, o conceito de Data Mining ainda está se popularizando em alguns setores no Brasil, mas você deve compreendê-lo o quanto antes. Traduzindo, o termo quer dizer algo como mineração de dados e está fortemente relacionado com o imenso número de informações que o universo digital proporciona para as empresas.

Quando um cliente compra digitalmente de uma organização ele contribui para uma base que pode ser interpretada, gerando um padrão que possa ser compreendido e aplicado na busca de novas soluções.

Esse conhecimento bruto pode ser traduzido por uma ferramenta de business intelligence, possibilitando uma melhor compreensão do público.

Por que o Data Mining é importante?

O Data Mining é importante porque permite que qualquer gestor, administrador, líder de equipe, colaborador ou até mesmo o dono de uma organização tome decisões mais embasadas, realinhando recursos e escolhendo ações que estejam mais condizentes com as informações que foram previamente garimpadas e interpretadas.

Negócio menos eficazes não fazem uso dos muitos detalhes que são processados diariamente, que acabam sendo desperdiçados, perdidos e esquecidos.

Trabalhando apropriadamente esse histórico de acontecimentos e considerando a situação como um todo, até mesmo os profissionais de marketing podem investir em ações muito mais efetivas.

Data Mining e marketing

Diante de toda essa realidade, não é difícil perceber que os profissionais de marketing estão entre os que mais podem se beneficiar das informações garimpadas por uma boa estratégia de Data Mining.

Com um conhecimento maior do relacionamento dos clientes com a empresa e o seu histórico de compras e interações, fica mais fácil agradá-lo.

E essa é uma das melhores possibilidades que esse conceito traz: atender melhor as expectativas, demandas, anseios e necessidades dos consumidores-alvo de uma marca, criando novas estratégias, influenciando na vantagem competitiva e maximizando o potencial de lucros.

Lean startup

A metodologia lean pode ser considerada como um exemplo da aplicação real da mineração de dados. Ela é uma estratégia que tem seu foco principal na redução extrema de qualquer desperdício na cadeia produtiva e é amplamente utilizada por empresas menores, sobretudo as startups.

Esses pequenos negócios investem em métodos contínuos de análise, aprimorando a sua eficiência e seus processos, até porque elas não têm dinheiro a perder e nem muito capital de giro.

A metodologia preconiza a criação de protótipos rápidos para validar suposições do mercado e utiliza o feedback dos clientes para realinhar os projetos.

E agora, entendeu o que é Data Mining? Gostou deste conteúdo? Então faça o download gratuito do nosso e-book e tire todas as suas dúvidas sobre a metodologia lean!

Database of Things: afinal, o que é e para que serve?

Database of Things: afinal, o que é e para que serve?

O número de aparelhos conectados à internet tem aumentado muito nos últimos anos. Com isso, também veio uma tendência crescente de que esses mesmos dispositivos e aplicativos troquem informações com servidores 24 horas por dia. Essa ideia de conectividade completa começou a ser conhecida, como a Internet das Coisas ou IoT (Internet of Things). E, com cada vez mais fontes de informações se conectando, surgiu também a Database of Things ou DoT.

Como funciona a Internet das Coisas?

Antes de falar em Database of Things, é necessário considerar o IoT, pois essa ferramenta é o que fundamenta o uso do DoT.

Com a maior difusão da internet ao redor do mundo e vários aparelhos conectados simultaneamente a uma central de informações, o simples armazenamento e recuperação de dados foi aos poucos sendo integrado com a transmissão de informações em tempo real.

A Internet das Coisas é a dinâmica dessa transmissão, que busca aumentar a qualidade e a velocidade da transmissão de dados.

Uma diferença fundamental com relação aos métodos tradicionais de troca de dados está na maior flexibilidade quanto à restrição de perdas. Como toda a informação viaja em tempo real, os sistemas de IoT toleram pequenas falhas no fluxo de informações, já que tudo ocorre em tempo real.

Caso haja um hiato na transmissão de poucos segundos, isso não compromete a funcionalidade do sistema.

Onde entra a Database of Things?

Como já mencionamos, a Internet das Coisas fala da transmissão em tempo real de dados. Porém, como os servidores precisam lidar com números cada vez maiores, muitos deles não conseguem comportar toda a informação gerada. Para isso serve a Database of Things, um modelo de Big Data adaptado para se integrar à IoT.

Algumas características desse sistema são:

  • escalabilidade de dados;
  • alta taxa de ingestão de informações;
  • flexibilidade de esquemas;
  • integração eficiente com ferramentas de análise.

O trabalho principal da Database é recolher informações com a mesma velocidade que a Internet das Coisas é capaz de transmiti-las. Assim, os dados não são perdidos logo após sua transmissão.

Além de reduzir o risco de erros, a Database of Things ajuda na reavaliação dessas informações no futuro.

 

Como esses recursos são aplicados?

Existem várias maneiras de aplicar a DoT em um negócio. De forma geral, qualquer empresa que use transmissão de dados online como parte de seus serviços pode aproveitar a ferramenta.

Um bom exemplo é a utilização de aplicativos corporativos. Muitos deles servem para transmitir notícias e informações úteis em tempo real para seus clientes. Essa transmissão precisa ser rápida e eficiente, por isso utiliza o modelo de IoT.

O sistema de DoT, neste caso, serve para garantir que os dados captados tenham um fluxo constante, independentemente do número de novos aplicativos em uso.

Gostou do post? Agora você entende um pouco melhor sobre a Database of Things. Que tal conferir outros posts do nosso BLOG e aprender como alavancar os negócios? As vezes tudo que você precisa é de profissionais qualificados. Quando não se tem a habilidade necessária para desenvolver a tecnologia, por exemplo, quando existe uma boa ideia, mas não se tem expertise para desenvolver o produto, a metodologia da FCamara de High Performance Team pode ser a solução. Não está convencido? Confira este post sobre o assunto e tire suas dúvidas!

5 dicas para passar por uma transição de modelo de negócio

5 dicas para passar por uma transição de modelo de negócio

Como fazer uma transição de modelo de negócio bem sucedida com tantos obstáculos no mercado? O modelo de negócio que se escolhe para a empresa determina a forma como as operações vão se desenrolar. E todo gestor consciente reconhece que a estrutura escolhida direciona a empresa de uma forma que não se pode mais voltar atrás.

 

Por esse motivo, quando se nota que é necessário promover mudanças para atender movimentações de mercado, conjunturas econômicas, ou mesmo novas demandas, é preciso realizar uma transição de modelo de negócio, sendo capaz de satisfazer os novos objetivos.

Mas a transição de modelo de negócio não é algo muito simples, afinal, reflete significativamente na identidade da empresa. Por isso, acompanhe os próximos tópicos e saiba como implementar uma transição de modelo de negócio de forma adequada!

 

1. Faça uma pesquisa de mercado, primeiro passo para transição de modelo de negócio bem sucedida.

Para melhor atender o público-alvo, as empresas devem contar com informações relevantes sobre sua área de atuação, o nicho do qual fazem parte e a concorrência.

A pesquisa de mercado corresponde à definição do ofensor e dos objetivos do estudo, deve levar em conta os critérios da pesquisa de campo, coleta de dados, análise das informações e apresentação dos resultados à gestão.

É preciso, também, decidir sobre qual será o tipo de pesquisa (observação, levantamento, experimental etc) e quais instrumentos (perguntas ou equipamentos) aplicar.

É preciso identificar os fatores-chave que ensejam no sucesso, as tendências, riscos e oportunidades, pois, desse modo, é possível promover uma transição de modelo de negócio mais assertiva.

2. Ter um plano de ação bem estruturado

O plano de ação é uma ferramenta crucial na hora de alcançar os propósitos das organizações e um grande aliado quando se pensa em implementar a transição de modelo de negócio.

Isso acontece porque o plano de ação deve prever diferentes cenários para ser aplicado na ocorrência de algum desvio. Ou seja, o plano de ação deve ir muito além da ideia de desenvolver um documento por obrigação.

Afinal, é preciso levar em consideração diferentes situações e ofensores que podem se impor e estudar maneiras de suplantá-los, estruturando, assim, um modelo de negócios que seja, de fato, eficiente.

3. Não imitar modelos de empresas em ascensão

Ainda que, atualmente, existam modelos de sucesso tentadores de empresas de sucesso, o ideal é se inspirar nas ideias não copiá-las integralmente.

Usar uma ideia como inspiração é algo totalmente aceitável e natural. Ou seja, ao identificar um modelo de negócio de uma empresa em franco crescimento, tal formato deve servir de ponto de partida para aquilo que se deseja desenvolver, e não como um molde para uma cópia.

4. Implementar tecnologias suficientes

É impossível ignorar o fato que a tecnologia é a grande propulsora das inovações percebidas no mundo, e é partir dela que os modelos de negócio e a forma como as pessoas lidam com produtos e serviços está evoluindo.

Em um ambiente que já conta com carros inteligentes, internet das coisas, real time, mobilidade e outras tendências arrojadas, as empresas devem ser capazes de realizar uma transição de modelo de negócio que viabilize que essas tendências se desenvolvam sem impedimentos.

5. Não se acomodar

Quando se percebe que algo tem que mudar, os esforços devem ser concentrados e orientados em prol das modificações necessárias. Todavia, não se deve descuidar para outras demandas que possam surgir ao longo do caminho.

Isto é, inovar uma única vez não é o suficiente, mas sim ser um processo contínuo.

Agora que já sabe como lidar com uma transição de modelo de negócio, que tal nos seguir nas redes sociais (Facebook, Twitter e LinkedIn)? Assim você se mantém atualizado sobre as novidades que postamos regularmente!

Comece AGORA!

Agora que você tem 5 dicas valiosas, ponha em prática.

O maior desafio dos empreendedores é não acompanhar as mudanças do mercado e nem pensarem em se atualizar. Você precisa escolher a  melhor abordagem para entender e se comunicar melhor com os seus clientes, a fim de se tornar bem sucedido. Pense em todas as oportunidades de negócio, para desenvolver, gerenciar e que vão possibilitar entregar os melhores produtos e serviços efetivamente. Não esqueça do recurso intelectual, você tem as pessoas certas para seu negócio? Você terá que buscar habilidades e conhecimentos para apoiar a visão e os produtos/serviços oferecido, somados à processos, controles e tecnologias digitais para a sua transição de modelo de negócio seja um sucesso!

 

Quer ajuda?

As vezes tudo que você precisa é de profissionais qualificados. Quando não se tem a habilidade necessária para desenvolver a tecnologia, por exemplo, quando existe uma boa ideia, mas não se tem expertise para desenvolver o produto, a metodologia da FCamara de High Performance Teampode ser a solução. Não está convencido? Confira este post sobre o assunto e tire suas dúvidas!

Como o machine learning vem sendo usado na criação de aplicativos?

Como o machine learning vem sendo usado na criação de aplicativos?

Já se sabe que a tecnologia avança a passos largos, especialmente no dia a dia das pessoas. Computadores têm adquirido uma capacidade cada vez maior de processar dados, podendo cumprir diversas funções. Como um avanço disso, já é possível criar máquinas capazes de pensar de forma semelhante a uma pessoa, conceito chamado de machine learning.

De forma simples, se trata de um tipo de inteligência artificial capaz de avaliar determinados grupos de dados e discernir as diferentes opções disponíveis. Não há mais uma limitação direta no número de resultados apresentados, já que a máquina poderá encontrar novas possibilidades dentro de seu escopo. E o machine learning já vem sendo utilizado para melhorar a interatividade com aplicativos móveis, por exemplo.

Considerando que o principal propósito dos apps mobile é adicionar praticidade a determinadas tarefas, um aplicativo capaz de analisar criticamente uma informação e fornecer o resultado mais relevante para o usuário é algo extremamente útil. Ainda há a possibilidade de que o aplicativo se adapte aos hábitos e necessidades do indivíduo, tornando-o ainda mais eficiente.

Para ilustrar melhor essas possibilidades e seus benefícios, veja aqui alguns contextos em que aplicativos móveis podem aproveitar o machine learning:

Finanças e investimentos

O mercado financeiro é um dos ramos mais amplos e complexos para atuar hoje em dia. Qualquer investimento, para ser o mais proveitoso possível, exige uma ampla análise de dados e um acompanhamento contínuo do mercado. Se sua atenção estiver voltada para outro local, pode ser que você perca uma oportunidade.

Aplicativos já são usados como home brokers (ferramentas de investimento), mas um aplicativo inteligente pode detectar mais facilmente aplicações de interesse assim que elas surgem. Tudo baseado no seu banco de dados e no comportamento do investidor.

Varejo e e-commerce

O comércio é uma área altamente volátil, com necessidade quase constante de adaptação e revalidação de qualquer prática — hábitos de consumo tendem a mudar bastante com o tempo, às vezes em larga escala e sem aviso prévio. Por isso, um sistema de machine learning é o mais indicado para auxiliar uma loja.

No comércio virtual, por exemplo, muitas lojas usam aplicativos para realizar vendas. E estes apps são portas de entrada para a coleta e fornecimento de várias informações. Um software de gestão inteligente pode tanto aproveitar as atividades dos consumidores para prever tendências quanto fornecer sugestões e adaptar seu funcionamento para determinados hábitos de consumo.

Educação e aprendizado

Especialmente no ensino a distância, já comum em várias áreas, aplicativos com a capacidade de machine learning podem fazer uma grande diferença. Um ensino mais particular e individualizado é mais útil para trabalhar os pontos fortes e fracos de cada aluno, mas um único professor raramente tem a oportunidade ou mesmo treinamento adequado de lidar com estas especificidades.

Uma máquina, por outro lado, pode fornecer exercícios, conteúdo extra e outras formas de auxílio sem necessidade de intervenção humana. E se ela é capaz de aprender com os hábitos dos alunos, ela poderá sempre indicar o material mais adequado.

Agora que você já conhece algumas aplicações do machine learning em aplicativos, deve estar pensando em como utilizá-lo na sua empresa. Se quiser mais informações sobre o tema, entre em contato com a FCamara e tire suas dúvidas!