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Felipe Correia

Felipe Correia

Desenvolvedor de software há mais de 7 anos, já trabalhou em diversos projetos para utilizando diversas tecnologias para clientes dos mais variados ramos como mídia digital, bancos, seguros, redes de pagamento, construtoras entre outros. Atualmente, lidera equipes de Desenvolvimento de Software na empresa FCamara e esta desbravando o mundo financeiro de tecnologia, mais conhecido como Fintech.

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A nova geração dos meios de Pagamento

por Felipe Correia | 18 de março de 2019 | Transformação Digital A nova geração dos meios de Pagamento

A tecnologia está tomando conta dos meios de pagamentos físicos e digitais, a pouco tempo nós falávamos que futuramente seria possível realizar pagamentos por reconhecimento facial ou até mesmo por reconhecimento de íris, com o avanço da tecnologia no mundo essa nova era dos meios de pagamentos digitais está chegando mais rápido do que o previsto e com força total.

Há países como a China que tem as novas formas de pagamentos introduzidas em sua cultura, é necessário ao menos conhecer esse cenário para não ficarmos desatualizados e nos perder em meio as novas tecnologia

Fato é que precisamos estar preparados para essas mudanças e a melhor forma de fazer isso é utilizar o que está surgindo no mercado e conhecer novas formas de pagamento que surgem a todo momento, mesmo que em fase de teste.

Evolução do Pagamento

 

Antes de falarmos de novas formas de pagamento precisamos conhecer a evolução dos pagamentos digitais dos últimos anos que em pouco tempo houve evoluções no modo de transacionar e o surgimento de um novo tipo de moeda, a moeda digital.

Começando a falar pelo tão famoso dinheiro em papel que surgiu por volta de 1661. Essa evolução teve uma grande vantagem que foi a facilidade em utilizar o papel ao invés dos metais que até então era utilizado naquela época como moeda.

Em 1946, o cartão de plástico foi criado mais conhecido como “Charge-It”, foi o primeiro cartão divulgado na história, em Nova York.

Pulando para oque realmente interessa, em 2008 houve um avanço grandioso na tecnologia pelo surgimento do Bitcoin a primeira criptomoeda descentralizada, as pessoas começaram a notar e investir na moeda em 2010 quando o seu valor começou a subir exponencialmente. E em 2018 a moeda digital atingiu o valor máximo de quase R$64.200,00. Com isso vieram outras moedas concorrentes do bitcoin e sempre estão em constantes evoluções e melhorias.

E hoje estamos vivendo a era do mobile payment, que ainda não está em alta no Brasil porem em países como a China já se utiliza esse meio em quase 100% das transações. No brasil há empresas que investem em aplicativos com pagamento via QRcode, é o que esperamos ser a tendência para o ano de 2019 e será um avanço considerável para a tecnologia em nosso pais.

Criptomoedas

 

Em meio ao surgimento das criptomoedas surgiram muitas dúvidas se as moedas digitais se estabeleceriam no mercado, hoje já não há mais dúvida que elas se tornaram um ativo financeiro promissor.

Com a utilização de tecnologias de ponta, como o Blockchain que trouxe uma arquitetura de rede descentralizada que evita a duplicidade de registro, gerando assim um dos maiores níveis de segurança no mundo da tecnologia e é exatamente por isso que o bitcoin é utilizada integralmente em meios de pagamento em países como a China.

Mas, vale a pena dizer, embora que o bitcoin seja a moeda digital mais famosa, existem muitas outras que se chama Altcoins (de alternativa) que também operam na tecnologia Blockchain.

Autenticação biométrica

A autenticação biométrica está em alta nos dias de hoje, por oferecer uma maneira mais rápida de autenticação e mais segura, diversos aplicativos, celulares e até mesmo bancos estão utilizando a biometria como um passo de autenticidade.

No futuro próximo já se fala de reconhecimento pela íris, mapeamento de veias e até análise do batimento cardíaco como meios de melhorar ainda mais a segurança e precisão nos pagamentos.

Em um levantamento na Europa feito pela Visa mostrou que cerca de 50% dos entrevistados já acreditam que a autenticação biométrica poderia eliminar a necessidade de múltiplas senhas ou PINs.

Pagamento wearable

 

Os wearables são as chamadas “tecnologias vestíveis” que na verdade são roupas ou acessórios capazes de se conectar com outros aparelhos ou à internet. Wearables também são uma aposta que podem transformar como vamos pagar nos próximos anos.

Por enquanto, os equipamentos estão bem focados na área da saúde e fitness porém, a aceitação destes dispositivos foi grande nas áreas ao qual é predominante e foi previsto que até 2020 eles ganhem outras funcionalidades.

Sendo assim, vamos ver mudanças não só mobile e sim em outros dispositivos, onde tudo leva a crer que as pessoas deixaram de utilizar a carteira convencional e passe a utilizar aplicativos que vão substituir as formas de pagamento e até mesmo os documentos pessoais como já e feito hoje em alguns estados no Brasil.

Pagamento digital pelo mundo

Hoje por vezes realizamos pagamentos “invisíveis” isso mesmo “invisíveis”, essa tendência faz parte do nosso dia a dia. Podemos usar o Uber como exemplo onde ao descer de uma corrida, o pagamento é feito por um intermediário e não diretamente entre o prestador de serviço e o consumidor.

Os métodos de pagamento físicos correm risco de serem extintos pelos pagamentos invisíveis, assim como há outras formas de pagamento digital que também causam ameaça.

Em alguns países os consumidores vão até as lojas, escolhem os produtos que desejam e com a utilização a inteligência artificial já é possível validar os produtos que foi retirado da prateleira que em seguida é realizado o pagamento automaticamente. Misturando tecnologias e o WI-FI, o aplicativo Hands Free do Google, por exemplo, já possibilita que o consumidor pague apenas dizendo “Vou pagar pelo Google”.

Dentre outros pagamentos digitais que utilizam o celular como o transacionador ou até mesmo o e-commerce que vem crescendo em grande escala em todo o mundo. Com as altas tecnologias de segurança, está mais fácil a validação das requisições de segurança, gerando assim uma aceitação maior do que o esperado. Pois nos outros países já é comum realizar pagamentos por meios digitais.

Pagamento digital no Brasil

Com a proposta diversificadas que as startups de “desbancarização” vem oferecendo, uma delas é o cartão digital, sendo diferente do cartão físico ele só é válido para uma ou um conjunto de transações. A possibilidade de fraude ou clonagem é praticamente zero.

As novas regras aplicadas recentemente pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anunciam novas transições de aceitação de novos meios de pagamentos. Facilitando em partes a entrada de novos meios de pagamento no Brasil ou até mesmo o desenvolvimento desses novos meios.

Recentemente a startup Nubank fez um post onde colocou uma catraca de banco em um museu, assim se espera, pois é notório que todo o meio de pagamento se tornara digital dando fim aos cartões de plásticos, eventuais moedas físicas, terminais físicos e caixas eletrônicos.

No Brasil, o forte do pagamento digital ainda consiste no e-commerce e além das tecnologias que já utilizamos atualmente no pais esperamos em breve por aqui as outras formas de pagamentos que citamos nos tópicos anteriores. Sendo assim, com esta mudança na forma dos pagamentos físicos e digitais é previsto que ocorra um impacto considerável na população Brasileira e das empresas no geral.

Qual o impacto destas novidades

Todas as inovações que citamos são algumas das mais importantes, ainda existe muito mais que ainda há de vir nos próximos anos porém, a ideia é que as pessoas não percam mais tempo com burocracia e dependência de outras pessoas para realizar os seus pagamentos. Além da facilidade, não tem o porquê carregar uma carteira cheia de cartões e outras informações onde você pode ter tudo centralizado em um dispositivo.

A barreira que enfrentamos hoje é a confiança nestas inovações que visa deixar todas as informações pessoais e bancarias em um dispositivo, mesmo que exista uma maior segurança proporcionada nas novas tecnologias ainda ficamos com o “pé atrás”.

Mas e você, está preparado para o futuro?

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