Antes do e-commerce, a maneira mais simples de se adquirir produtos era por meio das lojas físicas. A disputa, porém, começou a ficar acirrada – e “inteligente” – a partir do momento em que o cliente ganhou confiança em fornecer seus dados pessoais para receber seus produtos em casa.

Soma-se a isso a revolução mobile, a aproximação entre o on e o offline e o surgimento de um perfil de cliente mais interativo e menos fiel às marcas, demandando cada vez mais dos grandes varejistas.

E para sobreviver nesse cenário, a presença da ciência de dados é essencial para nortear a tomada de decisão e a assertividade das empresas varejistas.

É por isso que separamos, a seguir, 5 motivos para usar o big data no varejo!

1. Antecipação de demandas do público

A proatividade na antecipação das necessidades dos consumidores pode ser um fator decisivo para o sucesso de um negócio. Desse modo, permanecer inerte até que a concorrência passe na frente e crie antes as novidades para o cliente pode ser desastroso.

O big data no varejo antecipa qualquer movimentação e não deixa de responder às mudanças mercadológicas na medida em que elas surgem. Com isso, o empreendimento é capaz de gerar informações relevantes para o desenvolvimento de estratégias de consumo.

2. Melhoria da experiência do cliente

Por meio do big data no varejo, é possível acompanhar as movimentações do cliente antes, durante e após a experiência de compra. Graças ao monitoramento do comportamento do usuário no site, blog e redes sociais do negócio, é possível aprimorar a experiência de compra com sugestões de mercadorias e ofertas, compatíveis e direcionadas para o perfil específico daquele cliente.

Dessa forma, a empresa tem a possibilidade de desenvolver campanhas de marketing personalizadas a seu público-alvo, atingindo-o com as melhores promoções, na hora certa e por meio do melhor canal de comunicação.

3. Otimização do tempo do cliente

Se tratando de lojas virtuais, na hora do cadastro, é essencial que a empresa seja eficiente. A solicitação de muitas informações sempre gera impaciência, o que pode acarretar a desistência da compra.

Todavia, a ciência de dados viabiliza a otimização das ações de compra do consumidor. Para tanto, basta utilizar o grande volume de dados presentes num determinado banco e, ao longo do processo, pedir apenas uma das informações (um e-mail, por exemplo, já deve bastar).

Com isso, as ferramentas inteligentes devem completar o restante do cadastro de forma automática.

4. Acompanhamento da concorrência de perto

Conhecer quais são os movimentos da concorrência no mercado é essencial para melhor planejar o negócio. Ter diferenciais exclusivos pode ser uma arma forte, mas, para ser eficaz, é preciso conhecer as empresas de mesmo segmento, saber o que estão fazendo e como agem.

Informações importantes de entidades específicas e do mercado como um todo são assimiladas para otimizar a performance do varejo. Se o negócio está no meio online, por exemplo, uma das várias possibilidades está na precificação dos produtos de acordo com as mudanças mercadológicas, de forma automática.

5. Melhores análises de investimento

A análise de dados permite que o varejista otimize sua estratégia e conheça exatamente onde deve ou não aplicar seu capital. Por exemplo, acompanhar a movimentação de clientes e identificar se o negócio está preparado para expandir as operações ou investir em outras estratégias de venda.

Percebe como aplicar o big data no varejo pode ser uma ferramenta decisiva para o sucesso? Não se preocupe, se tiver qualquer dificuldade nesse processo, entre em contato conosco!

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